Considerações sobre a meduinidade

7 dez

Considerando nosso encontro anterior, quando o usamos para discorrer sobre mediunidade tomando como ponto de partida a explicação contida neste vídeo do Rodrigo Romo, quero aqui dar uma breve noção de como entendemos este assunto, inesgotável, diga-se.
Ficou claro para todos os presentes que mediunidade não é sinônimo de de privilégio concedidos pelos deuses aos “escolhidos”, mas um fenômeno natural de um processo evolutivo da espécie humana, como ocorreu com o despertar dos sentidos físicos ou o uso da mão para produzir artefatos que lhe facilitassem a vida. E que desenvolvimento da mediunidade nada mais é do que aguçar esse material para melhor aproveitamento na evolução do indivíduo, logo não tendo então que ser atrelada à “correntes”, ou a esta ou àquela ordem religiosa. Nem tendo que ser ajustada por este ou aquele guru ou mestre, mas sim pela consciência individual. Insisto, temos sim, nós que já caminhamos um pouquinho mais nesta estrada, que ser referencial de amor e apoio aos nossos companheiros que resolvem encarar a reforma íntima proposta pela mediunidade.
Não podemos esquecer que neste plano tudo é maya, ilusão criada pela ordem de evolução para a compreensão de que somos produtos de um Infinito Amor, e que se apenas conseguirmos “encarnar” ou “canalizar” só isso, já estamos cumprindo o propósito de nossa encarnação neste plano.
Enquanto não vibrarmos em nossa consciência e vida mundana o Amor de que somos produto e a Gratidão por este momento (o agora), estaremos vibrando no medo. O medo é nossa matrix de controle ( o que quer que seja a quem entregamos nosso livre arbítrio) , então por medo entrego-me a quem eu acredito que possa me proteger, quer seja uma entidade sem forma ou “conformada” (com a forma de…), quer seja a uma organização, a um grupo, a ideias ou doutrinas.
Então, reforço o que vimos na entrevista, que o reiki, as técnicas orientais e meditativas de recapacitar o ser para cumprir sua função de amor e serviço, são as formas mais adequadas para este momento evolutivo. Não desconsidero outros passos, afinal, neste plano ainda temos tribos de aborígenas, na Africa, que praticam o canibalismo acreditando que com isso absorvem a força do inimigo e o vencem definitivamente, e entre este extremo e algum outro que está ainda muito longe da minha compreensão tem vários degraus.
Que fique bem claro a proposta aqui feita, que seja a de esclarecer, liberar e assumir reponsabilidade com o livre arbítrio.
Não podemos esquecer, que normalmente vamos dar poder a forma que consideramos ser poderosa, eu também estou fazendo isso agora, e já tendo passado pelas bases de ordens religiosas posso dizer, que a medida que nossa compreensão vai se ampliando passamos a comungar um todo com as hierarquias divinas sem a necessidade dos dogmas impostos pelas percepções materiais. Com muito mais propriedade se nos entregarmos ao serviço junto com essas hierarquias movidos unicamente por um preenchimento de amor. Único caminho que encontrei para polir virtudes e utilizar adequadamente dons.

Abraço, luz e paz

Nara Cledi

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